Calendário Pagão: Julho
- Katrishia
- 1 de jul. de 2018
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Em 46 a.c., no "ano da confusão", o imperador Júlio César resolveu reorganizar o caótico calendário romano. Em sua homenagem, Quintilis, o nome original deste mês, foi modificado. O calendário juliano
permaneceu válido pelos próximos mil e seiscentos anos, sendo substituído, em 1582, pelo gregoriano. O nome do mês continuou, como prova de admiração pelo trabalho reformador de Júlio César.
Outros nomes antigos atribuídos a este mês foram: na Irlanda, luil; nos países anglo-saxões, Aftera Litha ou "após Litha", a celebração do solstício e nas regiões nórdicas, Maedmonath ou Hevoimonath. Os povos nativos nomearam este mês de Lua das Plantas, Lua de Sangue, Lua da Bênção, Lua do Trovão, Lua dos Prados e Mês do Feno.

No calendário sagrado druídico, a letra Ogham correspondente a Tinne e a árvore sagrada é a Azevinho.

A pedra sagrada o rubi e as divindades regentes são Athena, Amaterasu, Atargatis, Cerridwen, Helia, Ísis, Juno, Maat, Nephtys, Netuno, as Nomes, Osíris e Rhea.
Na Roma antiga, este mês abrigava dois grandes festivais: Nonae Caprotinae, dedicado à deusa Juno e Neptunália, celebrando o deus Netuno e a deusa Salácia. Comemorava-se, também, o amor de
Vénus e Adónis.
Os gregos celebravam, neste mês, as Olimpíadas, as famosas competições de atletismo, drama e música. Os ganhadores eram muito aclamados e valorizados, pois uma vitória nas Olimpíadas era uma grande conquista, tanto para o indivíduo quanto para sua cidade. Este festival era dedicado a Zeus e, no seu decorrer, qualquer disputa era interrompida. Neste mês celebrava-se, também, Panathenaea, o festival
dedicado à deusa Athena e as procissões para a deusa Deméter.
Dedique este mês para avaliar suas realizações, canalizar sua energia criativa para novos projectos e descobrir novos caminhos de realização espiritual.
Fonte: Mirella Faur"O Anuário da Grande Mãe"