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Kwan Yin

  • Katrishia
  • 24 de set. de 2018
  • 2 min de leitura

A Deusa chinesa da misericórdia e compaixão.

Kuan Yin, Guan Yin ou Guānyīn (觀音) é considerada pelos chineses como a deusa da misericórdia. Eles acreditam que ela era originalmente do sexo masculino até a primeira parte do século XII e evoluiu desde aquela época de seu protótipo, Avalokiteshvara, “o senhor misericordioso da iluminação total”, um bodhisattva indiano que escolheu permanecer na terra para trazer alívio para o sofrimento.

Uma das várias histórias em torno de Guan Yin é que era uma budista que, através de grande amor e sacrifício durante a vida, tinha ganhado o direito de entrar no nirvana após a morte. No entanto, como Avlokiteshvara, enquanto estava diante das portas do Paraíso, ela ouviu um grito de angústia da terra abaixo. Voltando à Terra, renunciou a sua recompensa de bem-aventurança eterna, mas em seu lugar encontrou imortalidade nos corações do sofrimento.

Na China, ela tem muitos nomes e também é conhecida como “grande misericórdia, grande piedade, salvação da miséria, salvação da aflição, auto-existente, mil braços e mil olhos” etc. Além disso, ela é muitas vezes referida como a Deusa dos O Mar do Sul – ou Arquipélago Indiano. E tem sido comparada com a Virgem Maria nas Filipinas, país muito influenciado pelo catolicismo espanhol, onde passou a ganhar aspectos de Madona, embora sejam entidades completamente diferentes. Maria, a Mãe de Jesus, não é a mesma entidade que representa Quan Yin. Em sua forma feminina, Kuan Yin está associada às características femininas da maternidade e proteção, mas na China e em vários países asiáticos de influência chinesa ela está ligada há séculos, e de modo bastante forte, à misericórdia e ao perdão.

Também encontramos a explicação que ‘Quan Yin’ é uma forma abreviada de um nome que significa ‘aquele que vê e ouve o clamor do mundo humano’. E seu nome para o chinês significa: “Ela que sempre observa ou presta atenção aos sons”, que podemos entender como: ela que ouve orações.

Sua popularidade cresceu através dos séculos, e agora é também considerada como a protetora dos marítimos, agricultores e viajantes. Ela cuida de almas no submundo e é invocada durante os rituais pós-enterro para libertar a alma do falecido dos tormentos do purgatório.




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